Mamografia mal posicionada: Saiba como identificar e por que repetir o exame pode ser necessário para a sua segurança! 

By Katy Müller 5 Min Read
Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues explica como identificar falhas no exame e por que a repetição pode ser essencial para a sua segurança.

Para o doutor Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, a precisão do rastreamento mamográfico depende inteiramente da inclusão total do tecido glandular na imagem, pois qualquer área negligenciada pode esconder patologias silenciosas. Muitas mulheres sentem frustração quando são convocadas para refazer uma incidência, entretanto, essa medida é a maior prova de rigor ético e compromisso com a vida por parte da equipa clínica. 

Se você deseja compreender os critérios que definem um exame de alta qualidade e quer entender os riscos de um laudo baseado em imagens incompletas, este artigo esclarece todos os pontos cruciais. Continue a leitura para descobrir como a visão técnica assegura que seu diagnóstico seja fundamentado em padrões de excelência absoluta!

Como identificar falhas técnicas no exame?

Identificar uma mamografia mal posicionada exige um olhar treinado sobre critérios anatômicos específicos que devem aparecer em todas as incidências. Um dos principais indicadores de qualidade é a visualização clara do músculo peitoral na incidência mediolateral oblíqua, que deve atingir a altura do mamilo. Se o músculo não estiver devidamente alongado ou se o mamilo não estiver em perfil, existe uma probabilidade alta de tecidos profundos terem ficado fora do campo de visão do raio-x. 

Sua saúde em primeiro lugar: entenda com Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues quando uma mamografia mal posicionada exige novo exame e quais riscos evitar.
Sua saúde em primeiro lugar: entenda com Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues quando uma mamografia mal posicionada exige novo exame e quais riscos evitar.

De acordo com Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, a necessidade de repetir uma incidência mamográfica, embora possa causar ansiedade, é um protocolo de segurança que visa eliminar a incerteza. Imagens com posicionamento sub-óptimo podem criar “falsas lesões” devido à sobreposição de tecidos glandulares ou, de forma mais perigosa, podem mascarar nódulos reais. O borramento causado por movimentos involuntários ou por uma compressão inadequada retira a nitidez necessária para avaliar microcalcificações. 

Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues enfatiza que a repetição do exame, quando necessária, assegura que o radiologista possa aplicar a classificação BI-RADS com plena segurança técnica. A tecnologia digital atual permite que o profissional visualize a imagem em poucos segundos em monitores de alta resolução, identificando eventuais falhas ainda durante o exame, antes mesmo de a paciente deixar a sala. Esse rigor operacional evita reconvocações desnecessárias dias depois, reduzindo o impacto emocional para a mulher.

O papel da equipa técnica na redução de erros de posicionamento

A formação e a experiência da equipe de radiologia são os principais pilares para a realização de uma mamografia tecnicamente adequada. Segundo o médico especialista em diagnóstico por imagem Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, a empatia e a comunicação clara com a paciente contribuem para o relaxamento muscular, facilitando o correto tracionamento da mama para dentro do compressor e, consequentemente, um melhor posicionamento.

Nesse sentido, a educação continuada dos profissionais responsáveis pela operação dos equipamentos representa um dos investimentos mais eficazes para os serviços de saúde. Quando o técnico domina as diferentes variações anatômicas, como mamas pequenas, volumosas ou com implantes, a incidência de exames mal posicionados diminui significativamente, aumentando a qualidade diagnóstica e fortalecendo a confiança da paciente no sistema de saúde.

A excelência técnica

Em síntese, a identificação e a correção de uma mamografia mal posicionada constituem etapas essenciais do controle de qualidade na oncologia mamária. O compromisso com a obtenção de imagens adequadas reflete o respeito pela segurança da paciente e pela precisão da prática médica. Conforme destaca Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, um exame bem executado é o elemento que orienta o mastologista na condução adequada do caso clínico. Ao compreender que a repetição do exame representa uma medida de proteção, e não uma falha, a mulher se sente mais confiante e segura para participar ativamente do seu processo de rastreamento.

Autor: Katy Müller

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