Métodos contraceptivos masculinos: encontre o melhor para você

By Katy Müller 3 Min Read
Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes

O Doutor Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes é médico urologista, graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutorado pela Universidade Federal de São Paulo. Atualmente exerce a função de cirurgião geral, com especialidade em prostatectomia robótica, uma cirurgia minimamente invasiva, contra a cura do câncer de próstata. Com mais de 20 anos de experiência na área, o especialista explica um pouco sobre os métodos contraceptivos masculinos.

Os contraceptivos são métodos utilizados para evitar a gravidez, pois impedem a fecundação do óvulo com o espermatozóide. Hoje existem diversos métodos disponíveis no mercado, sendo possível escolher qual melhor se adequa a necessidade do homem. No entanto, a falta de educação sexual mostra que a população desconhece métodos diferentes que não sejam camisinha ou vasectomia. É por isso que vamos mostrar neste artigo algumas outras opções. Confira.

  • Anticoncepcional em gel: Também conhecido como Vasalgel, o anticoncepcional deve ser aplicado em diferentes canais que conduzem o espermatozóide dos testículos ao pênis. O Mestre e Doutor em urologia Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes diz que a sua função é bloquear a passagem dos espermatozóides por até 10 anos e pode ser revertida com uma injeção de bicarbonato de sódio. Esse método não tem contraindicações, mas ainda está em fase de testes.
  • Pílula anticoncepcional masculina: a DMAU é uma pílula constituída de hormônios femininos que atuam diminuindo a quantidade de testosterona, ou seja, interfere momentaneamente na fertilidade masculina e na produção de espermatozoides, que ficam mais enfraquecidos. As reações colaterais são as mesmas apresentadas nas pílulas anticoncepcionais femininas: diminuição da libido, alterações de humor e aumento da acne, por exemplo.
  • Injeção anticoncepcional: Assim como a injeção feminina, a masculina que leva o nome de RISUG, é composta por polímeros. A única diferença é que é aplicada no canal por onde passam os espermatozoides, sob anestesia local. O Doutor Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes diz que esta injeção bloqueia a ejaculação, evitando a saída de espermatozóides durante o ato sexual, sendo que a ação do medicamento dura entre 10 a 15 anos.
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